Este poema
de Adriana Calcanhotto es una exhortación para que nos devoremos a Caetano
Veloso y todo aquello que nos influya, digerirlo y, si es posible, regurgitarlo
transformado en formas nuevas. Aquí está
metido el Manifiesto Antropofágico de Andrade, Las Bacantes, está la
tropicalia, el concretismo, el carnavalismo, entre otras excentricidades de
estas tierras rítmicas y calientes. Al principio del video se explica un poco
el origen de la canción. Nótese que
hacen música con el plato donde se van a comer a Caetano.
Vamos
comer Caetano
Vamos comer Caetano
Vamos desfrutá-lo
Vamos comer Caetano
Vamos começá-lo
Vamos desfrutá-lo
Vamos comer Caetano
Vamos começá-lo
Vamos comer
Caetano
Vamos devorá-lo
Degluti-lo, mastigá-lo
Vamos lamber a língua
Vamos devorá-lo
Degluti-lo, mastigá-lo
Vamos lamber a língua
Nós queremos bacalhau
A gente quer sardinha
O homem do pau-brasil
O homem da Paulinha
Pelado por bacantes
Num espetáculo
Banquete-ê-mo-nos
Ordem e orgia
Na super bacanal
Carne e carnaval
A gente quer sardinha
O homem do pau-brasil
O homem da Paulinha
Pelado por bacantes
Num espetáculo
Banquete-ê-mo-nos
Ordem e orgia
Na super bacanal
Carne e carnaval
Pelo óbvio
Pelo incesto
Vamos comer Caetano
Pela frente
Pelo verso
Vamos comê-lo cru
Pelo incesto
Vamos comer Caetano
Pela frente
Pelo verso
Vamos comê-lo cru
Vamos comer
Caetano
Vamos começá-lo
Vamos comer Caetano
Vamos revelarmo-nus
Vamos começá-lo
Vamos comer Caetano
Vamos revelarmo-nus
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